segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Prelúdio da Grande Vaia
E ainda ficam querendo saber por que vaiam o Lula.
Esse vídeo é ótimo.
Se ao assistir, você não ir para a rua vaiar o Lula, estás precisando sair do estado vegetativo.
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
MORALES É VAIADO NO DIA DA INDEPENDÊNCIA DA BOLÍVIA
Por Carlos Alberto Quiroga
LA PAZ (Reuters) - O líder indígena Evo Morales foi vaiado na segunda-feira pela primeira vez desde que chegou à Presidência da Bolívia, há um ano e meio.
Morales ouviu os apupos ao deixar a Casa da Liberdade, em Sucre (sul), local histórico onde acabara de pronunciar um discurso-informe de quase quatro horas ao Congresso, como ato central das celebrações do Dia da Independência, segundo rádios locais.
"Fora, lhamas! Fora, índios", gritaram dezenas de manifestantes enquanto o presidente, que segundo recentes pesquisas tem popularidade nacional superior a 60 por cento, saía de carro, em vez de encabeçar o tradicional desfile cívico-militar.
Em seguida, Morales cancelou sua participação numa sessão de gala da Assembléia Constituinte, que também funciona em Sucre. Desculpou-se numa carta em que pediu aos constituintes que saibam "interpretar este tempo de mudança democrática e pacífica e projetá-lo na futura Carta Magna".
A rádio Erbol disse que a polícia chegou a deter várias pessoas que vaiavam Morales e exigiam a transferência de todos os Poderes públicos de La Paz para Sucre, cidade que desde o século 19 tem o título oficial de capital da Bolívia, embora o Executivo e o Legislativo funcionem em La Paz.
A disputa para ser sede do governo ameaça inclusive bloquear as decisões da Constituinte. Morales, que não tomou partido, diz que a disputa é mais uma tentativa de setores radicais de direita para desgastar seu governo, que enfrenta também protestos de grupos cívicos e empresariais e obstruções parlamentares.
Em sua mensagem ao Congresso, Morales prometeu aprofundar as mudanças políticas e econômicas para tirar a Bolívia da pobreza, reafirmou seus princípios "antiimperalistas" e "anti-neoliberais" e garantiu governar para todos os setores do país, o mais pobre da América do Sul.
"Posso me equivocar, mas trair jamais, e vamos continuar esse compromisso de mudança. Jamais vamos retroceder para acabar as políticas do colonialismo, do neoliberalismo e do imperialismo", disse ele na sessão, precedida por choques isolados entre policiais e manifestantes.
Ele insistiu que a recuperação do controle estatal sobre os recursos naturais é a base do seu programa e agradeceu "às riquezas que a mãe-terra continua dando depois de semelhante saque na colonização, na república e em tantas guerras causadas por transnacionais".
Morales destacou os êxitos da nacionalização dos hidrocarbonetos, resumidos por ele na cifra de 2 bilhões de dólares que o Estado deve arrecadar neste ano no setor, em comparação aos 300 milhões de 2005, e prometeu consolidar o controle estatal sobre a mineração.
Mas assegurou que as empresas privadas nacionais e estrangeiras têm garantias para desenvolver seu trabalho, "sempre que cumpra as leis e paguem os impostos com transparência".
Morales reafirmou também sua decisão de acelerar a chamada "revolução agrária", que prevê a entrega ao Estado de latifúndios improdutivos de áreas amazônicas para sua distribuição a camponeses pobres, junto com uma agressiva mecanização rural financiada em parte com doações venezuelanas.
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,AA1604837-5602,00.html
LA PAZ (Reuters) - O líder indígena Evo Morales foi vaiado na segunda-feira pela primeira vez desde que chegou à Presidência da Bolívia, há um ano e meio.
Morales ouviu os apupos ao deixar a Casa da Liberdade, em Sucre (sul), local histórico onde acabara de pronunciar um discurso-informe de quase quatro horas ao Congresso, como ato central das celebrações do Dia da Independência, segundo rádios locais.
"Fora, lhamas! Fora, índios", gritaram dezenas de manifestantes enquanto o presidente, que segundo recentes pesquisas tem popularidade nacional superior a 60 por cento, saía de carro, em vez de encabeçar o tradicional desfile cívico-militar.
Em seguida, Morales cancelou sua participação numa sessão de gala da Assembléia Constituinte, que também funciona em Sucre. Desculpou-se numa carta em que pediu aos constituintes que saibam "interpretar este tempo de mudança democrática e pacífica e projetá-lo na futura Carta Magna".
A rádio Erbol disse que a polícia chegou a deter várias pessoas que vaiavam Morales e exigiam a transferência de todos os Poderes públicos de La Paz para Sucre, cidade que desde o século 19 tem o título oficial de capital da Bolívia, embora o Executivo e o Legislativo funcionem em La Paz.
A disputa para ser sede do governo ameaça inclusive bloquear as decisões da Constituinte. Morales, que não tomou partido, diz que a disputa é mais uma tentativa de setores radicais de direita para desgastar seu governo, que enfrenta também protestos de grupos cívicos e empresariais e obstruções parlamentares.
Em sua mensagem ao Congresso, Morales prometeu aprofundar as mudanças políticas e econômicas para tirar a Bolívia da pobreza, reafirmou seus princípios "antiimperalistas" e "anti-neoliberais" e garantiu governar para todos os setores do país, o mais pobre da América do Sul.
"Posso me equivocar, mas trair jamais, e vamos continuar esse compromisso de mudança. Jamais vamos retroceder para acabar as políticas do colonialismo, do neoliberalismo e do imperialismo", disse ele na sessão, precedida por choques isolados entre policiais e manifestantes.
Ele insistiu que a recuperação do controle estatal sobre os recursos naturais é a base do seu programa e agradeceu "às riquezas que a mãe-terra continua dando depois de semelhante saque na colonização, na república e em tantas guerras causadas por transnacionais".
Morales destacou os êxitos da nacionalização dos hidrocarbonetos, resumidos por ele na cifra de 2 bilhões de dólares que o Estado deve arrecadar neste ano no setor, em comparação aos 300 milhões de 2005, e prometeu consolidar o controle estatal sobre a mineração.
Mas assegurou que as empresas privadas nacionais e estrangeiras têm garantias para desenvolver seu trabalho, "sempre que cumpra as leis e paguem os impostos com transparência".
Morales reafirmou também sua decisão de acelerar a chamada "revolução agrária", que prevê a entrega ao Estado de latifúndios improdutivos de áreas amazônicas para sua distribuição a camponeses pobres, junto com uma agressiva mecanização rural financiada em parte com doações venezuelanas.
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,AA1604837-5602,00.html
'Fora, Lula' é notícia no exterior

A manifestação neste domingo em nove capitais contra "a corrupção e a indiferença" do presidente Lula foi notícia ontem nas TVs americanas e na imprensa canadense e européia, que relataram "milhares de pessoas". Hoje o protesto foi notícia em jornais da Coréia. Os organizadores - sem liderança, artistas ou políticos - reunidos através de e-mails na internet, comemoram os "dez mil participantes na capital paulista" (foto), numa "marcha ordeira, sem qualquer ocorrência negativa". E destacaram o apoio da PM, que isolou o público dos carros durante a marcha, numa espécie de muro de proteção. Segundo dados oficiais, a manifestação em São Paulo reuniu duas mil pessoas.
http://www.claudiohumberto.com.br/
domingo, 5 de agosto de 2007
Sou Contra a CPMF
Participe. Assine o manifesto contra a CPMF.
Caro companheiro,
A CPMF, quando surgiu em 1996, era apenas uma contribuição provisória criada para salvar a saúde pública, uma vez que o Sistema Único de Saúde estava em xeque, vivendo grandes tragédias.
Passados 11 anos de sua criação, corremos o risco de que se torne definitiva, contrariando o desejo da população brasileira, que é ser desonerada, liberada deste ônus. Assim, manifestamo-nos contra a suposta necessidade de prorrogação, pelo Governo, da vigência da CPMF.
Para que nosso apelo seja ouvido e atendido, solicitamos o seu apoio, que poderá ser expresso mediante adesão ao abaixo-assinado encontrado na seqüência do texto explicativo, e que será encaminhado aos poderes públicos competentes.
Paulo Skaf
Presidente
Assine você também o abaixo assinado.
http://www.contraacpmf.com.br/cpmf.asp
Caro companheiro,
A CPMF, quando surgiu em 1996, era apenas uma contribuição provisória criada para salvar a saúde pública, uma vez que o Sistema Único de Saúde estava em xeque, vivendo grandes tragédias.
Passados 11 anos de sua criação, corremos o risco de que se torne definitiva, contrariando o desejo da população brasileira, que é ser desonerada, liberada deste ônus. Assim, manifestamo-nos contra a suposta necessidade de prorrogação, pelo Governo, da vigência da CPMF.
Para que nosso apelo seja ouvido e atendido, solicitamos o seu apoio, que poderá ser expresso mediante adesão ao abaixo-assinado encontrado na seqüência do texto explicativo, e que será encaminhado aos poderes públicos competentes.
Paulo Skaf
Presidente
Assine você também o abaixo assinado.
http://www.contraacpmf.com.br/cpmf.asp
Em show para 5 mil, Rita Lee puxa vaia a Lula

Mais de 5 mil pessoas enfrentaram um frio intenso para assistir ao show da cantora Rita Lee no Festival de Inverno de Bonito, Mato Grosso do Sul. Com quase duas horas de duração, o concerto foi uma espécie de radiografia da trajetória da roqueira e levou o público a cantar sucessos como Ovelha Negra e Lança-Perfume.
Num dos momentos do show deste sábado, Rita Lee estimulou o público a vaiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela criticou o que seria falta de ação do presidente para defender o meio ambiente e disse que "depois ele não sabe porque é vaiado". O público respondeu com quase um minuto de vaias a Lula.
A cidade de Bonito é considerada um santuário da biodiversidade e se tornou um dos principais destinos do ecoturismo brasileiro.
O apelo ecológico também fez Rita Lee plantar em um vaso uma muda de ipê roxo, árvore típica das matas tropicais, ao final do show. A planta será levada para um bosque em um parque do município.
Especial para o Terra
http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI1810047-EI1267,00.html
Motivo é o que não falta para vaiar Lula. Ela pegou leve.
PT é o "partido dos não cansamos"
PT é o "partido dos não cansamos", afirma Marta Suplicy
A ministra do Turismo, Marta Suplicy, defendeu o PT neste sábado durante a solenidade de abertura do 3º Congresso Paulista, que reuniu cerca de 2.000 pessoas entre delegados do partido no Estado de São Paulo, dirigentes petistas, deputados federais e estaduais.
"Este partido é dos não cansamos", afirmou. "Nós do PT não cansamos de continuar crescendo e redistribuindo renda, de ver mais gente comendo neste país, de ver o desemprego caindo e de defender o governo Lula e achamos que podemos fazer muito mais." Leia Mais.
Dessa vez a Ministra do Turismo S... disse uma verdade. Tem muita coisa que esse partido não se cansa de fazer.
Roubar seria uma delas ? E viajar, também ?
A ministra do Turismo, Marta Suplicy, defendeu o PT neste sábado durante a solenidade de abertura do 3º Congresso Paulista, que reuniu cerca de 2.000 pessoas entre delegados do partido no Estado de São Paulo, dirigentes petistas, deputados federais e estaduais.
"Este partido é dos não cansamos", afirmou. "Nós do PT não cansamos de continuar crescendo e redistribuindo renda, de ver mais gente comendo neste país, de ver o desemprego caindo e de defender o governo Lula e achamos que podemos fazer muito mais." Leia Mais.
Dessa vez a Ministra do Turismo S... disse uma verdade. Tem muita coisa que esse partido não se cansa de fazer.
Roubar seria uma delas ? E viajar, também ?
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